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Confiança

LITERATURA COMO ECONOMIA

Protecionismo Autofágico

O fenômeno do Protecionismo Autofágico – comentado no sub-romance “Minha Vida”, contido na obra “Confiança”, de Hernan Diaz – é um mecanismo em que medidas governamentais, concebidas para proteger interesses nacionais, corroem as próprias estruturas que pretendiam salvaguardar, num processo…

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LITERATURA COMO ECONOMIA

Capitalismo Flebotômico

No sub-romance Ligações, do personagem-escritor Harold Vanner, contida na obra “Confiança”, de Hernan Diaz, descreve-se um fenômeno que podemos nomear como Capitalismo Flebotômico — prática em que crises econômicas são recriadas como procedimentos cirúrgicos de escala civilizatória. Inspirado na medicina…

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LITERATURA COMO ECONOMIA

Engenharia do Caos

No sub-romance “Ligações”, do personagem-escritor Harold Vanner, contido na obra “Confiança”, de Hernan Diaz, a figura de Rask encarna um fenômeno que poderíamos nomear como engenharia do caos como estratégia de acumulação de capital — modalidade econômica em que a…

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LITERATURA COMO ECONOMIA

Mito do Sábio-Investidor

A construção mítica do sábio-investidor, exemplificada na figura de Rask no sub-romance “Ligações“, do personagem-escritor Harold Vanner, contida na obra “Confiança”, opera por meio de uma alquimia narrativa que transforma metodologia matemática em aura sobrenatural. A precisão “rigorosa” e a…

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