Não é incomum a referência de crises de larga escala, tal como a crise de 2008, como um terremoto financeiro. A metáfora iguala a capacidade imprevisível de uma ampla destruição, com um gigantesco poder danoso que se alastra a estruturas e pessoas. A metáfora foi utilizada, por exemplo, no título do livro de Norman Gall, de 2010, O Terremoto Financeiro, ou ainda, quando Diana B. Henriques, ao escrever a sua obra O mago das mentiras – biografia sobre Bernard Madoff, de 2011, nomeou o primeiro capítulo de Um Terremoto em Wall Street.